quarta-feira, 30 de março de 2011

Em Abril, livros e flores mil



23 de Abril - Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

Para divulgar a primeira efeméride aqui ficam vários cartazes: do nosso agrupamento, da DGLB (Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas), da autoria de Bernardo Carvalho (vencedor da 14ª edição do Prémio Nacional de Ilustração) e do IBBY (International Board on Books for Young People), da autoria da ilustradora Jüri Mildeberg

Mensagem do 2 de Abril de 2011, Dia Internacional do Livro Infantil
Aino Pervick
O livro recorda
"Quando Arno e o seu pai chegaram à escola, as aulas já tinham começado.”
No meu país, a Estónia, quase toda a gente conhece esta frase de cor. É a primeira linha de um livro intitulado Primavera. Publicado em 1912, é da autoria do escritor estónio Oskar Luts (1887-1953).
Primavera narra a vida de crianças que frequentavam uma escola rural na Estónia, em finais do século XIX. O Autor escrevia sobre a sua própria infância e Arno, na verdade, era o próprioOskar Luts na sua meninice.
Os investigadores estudam documentos antigos e, com base neles, escrevem livros de História. Os livros de Londres, em meados do século XIX, no tempo de Oliver Twist. Através dos olhos de David Copperfield (coincidentes com o olhar de Dickens nessa época), vemos todo o tipo de personagens que ao tempo viviam na Inglaterra — que relações tinham, e como os seus pensamentos e sentimentos influenciaram tais relações. Porque David Copperfield era de facto, em muitos aspectos, o próprio Charles Dickens; Dickens não precisava de inventar nada, ele pura e simplesmente conhecia aquilo que contava.
São os livros que nos permitem saber o que realmente sentiam Tom Sawyer, Huckleberry Finn e o seu amigo Jim nas viagens pelo Mississippi em finais do século XIX, quando Mark Twain escreveu as suas aventuras. Ele conhecia profundamente o que as pessoas do seu tempo pensavam sobre as demais, porque ele próprio vivia entre elas. Era uma delas.
Nas obras literárias, os relatos mais verosímeis sobre gente do passado são os que foram escritos à época em que essa mesma gente vivia.
O livro recorda.
Tradução: José António Gomes

Nascida em 1932, na Estónia

Aino Pervik publicou cerca de meia centena de livros para crianças, a par de poesia e narrativas para adultos. Distinguida

com vários e prestigiosos prémios e traduzida em diversas línguas, obras suas têm sido adaptadas ao teatro e ao cinema. A velha

e Kunks, Arabella, a filha do pirata, Paula aprende a sua língua (integrado numa série protagonizada pela mesma personagem), são apena

três dos seus títulos mais conhecidos.


A Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil é uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People), difundida em Portugal pela APPLIJ (Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil), Secção Portuguesa do IBBY.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Semana da Leitura - 14 a 18 de Março



O "Teatro num Minuto" será a actividade que dará abertura a esta efeméride, em simultâneo em todo o Agrupamento.
O tema da Semana da Leitura é o teatro, pelo que irá haver na EB 1 de Pindelo a representação de uma peça, intitulada "O macaco de rabo cortado", levada a cabo por alunos do 7º B, antigos alunos desta escola.
A Biblioteca Municipal produziu o cartaz da Semana da Leitura, bem como marcadores de livros que irão ser distribuídos pela comunidade escolar.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Hora do Conto Musicada

Como forma de preparação para o Encontro com a escritora Luísa Ducla Soares, a professora bibliotecária Graça Figueiredo leu a história "O sultão Solimão e o criado Maldonado" às crianças dos jardins de infância e da EB 1 de Pindelo. As canções que se lhe seguiram foram compostas pelos professores de Música Ana Matos e Rui Amorim e irão ser apresentadas à escritora brevemente.
As fotos que aqui se apresentam ilustram o entusiasmo das crianças em torno da leitura e da preparação do evento que se avizinha.


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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Semana Seguranet


Dia Europeu da Internet Segura 2011 comemora-se no dia 8 de Fevereiro de 2011.
As TIC são hoje um lugar-comum na sociedade e também nas escolas. Só fazem sentido se os utilizadores as souberem usar em seu benefício, de forma segura, crítica e esclarecida.

Vê os filmes:
e

Clica neste endereço e aprende formas de te protegeres, quando utilizares a Internet!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Formação do utilizador







As sessões de formação a serem dinamizadas pela professora Graça, junto dos alunos do 1º ao 4º anos, irão abordar os seguintes temas:
- Princípios de organização de uma biblioteca (CDU e cota);
- OPAC- catálogo colectivo da Rede de Bibliotecas de Oliveira de Azeméis (RBOA): como pesquisar;
- Fontes de informação: vantagens e desvantagens das várias fontes disponíveis

Hora do Conto Musicada

A história apresentada "O jardim curioso" conta como numa linha férrea abandonada "nasceu" um jardim luxuriante, graças ao empenho e trabalho de um menino, ao qual se juntaram outras pessoas.
O autor da obra Peter Brown inspirou-se no que aconteceu em Manhattan, Nova Iorque, na velha linha férrea "Highline" que em 1980 foi fechada e esquecida, mas não por muito tempo... A denominada "sociedade civil" pôs mãos à obra e transformou o percurso da linha do comboio
num belo parque/jardim/espaço de lazer que hoje é o orgulho da população local.No cartaz que se segue pode ver-se algumas imagens que retratam a evolução daquele espaço.


A professora da Área de Enriquecimento Curricular de Música, Ana Matos, preparou uma canção alusiva à história que foi cantada por todos os alunos, na sequência da leitura da obra, pela professora Graça. Estes foram os desenhos produzidos por alguns alunos do 4º ano:






domingo, 3 de outubro de 2010

Centenário da República

Está a chegar o dia em que se comemoram os 100 anos da Implantação da República. Esta data tem vindo a ser assinalada em todas as escolas do país, ao longo de um ano, através de acções/actividades que mobilizaram alunos e professores de todos os níveis de ensino.
Na nossa Biblioteca contou-se uma história "O fim da monarquia", dando-se nota das transformações ao nível da bandeira, do hino e de toda a sociedade portuguesa, pela mudança do regime monárquico para o republicano.
Todas as turmas foram convidadas a cantar "A Portuguesa" e, diga-se de passagem, fizeram um "brilharete"!